Prezada Daniella ;
Escrevo esta para lhe provar a não-utilidade dos plurais. Justamente! Tenho provas convincentes. Bem, hoje em dia, o uso da gramática está cada vez mais escasso, e você sabe muito bem disso. A maneira de comunicarmos com alguém se tornou algo informal, muito simples.
Escrevo esta para lhe provar a não-utilidade dos plurais. Justamente! Tenho provas convincentes. Bem, hoje em dia, o uso da gramática está cada vez mais escasso, e você sabe muito bem disso. A maneira de comunicarmos com alguém se tornou algo informal, muito simples.
Porém, nada impede o entendimento da fala entre as pessoas. Então, será que somos obrigados a obedecer regras gramaticais impostas pela nossa língua? Não, definitivamente não. É a questão do uso dos plurais que comprova isso.
No dia-a-dia, a preocupação das pessoa é somente que a mensagem que se quer transmitir, seja interpretada, independente da forma (coloquial, informal, etc). Porque acrescentar o ''s'' nos substantivos? Não importa, mesmo assim o compreendimento foi feito. ''As coisa, pega os papel, olha os trofél!' são exemplos de expressões tão comuns, que nem é perceptível o erro dessas frases.
E tudo isso vêm se tornando cada vez mais normal, mais aceito. Ninguém mais (ou quase ninguém) tem mania de pluralizar as coisas, porque o que realmente importa é a fácil comunicação. Todos somos ingênuos, porque desreipeitamos a língua portuguesa sem a intenção de ofender.
Não sentimos falta dos plurais. Você como professora da Língua Portuguesa pode não concordar, mas é aceitável falar de forma incorreta entre qualquer sujeito.
Seja natural, esqueça o plural!
E tudo isso vêm se tornando cada vez mais normal, mais aceito. Ninguém mais (ou quase ninguém) tem mania de pluralizar as coisas, porque o que realmente importa é a fácil comunicação. Todos somos ingênuos, porque desreipeitamos a língua portuguesa sem a intenção de ofender.
Não sentimos falta dos plurais. Você como professora da Língua Portuguesa pode não concordar, mas é aceitável falar de forma incorreta entre qualquer sujeito.
Seja natural, esqueça o plural!
xoxo, Óliver Pedro.
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