sábado, 10 de maio de 2008

Exilada

Minha terra é de refúgios,
Onde ouço qualquer canto;
As borboletas que aqui voam,
Se espantam com meu pranto.

Seu céu mais estrelado,
Sua várzea mais florida,
Seu bosque mais vivo,
Sua vida mais vivida.

Eu, solitário, aqui,
Sofro com meu pranto.
Minha terra é de refúgios,
Onde ouço qualquer canto.

Minha terra tem sabores,
Onde vivo à experimentar.

Não espero morrer aqui,
Sem antes passar por lá;
Sem que deguste os sabores,
Que nem se quer tem cá.

Pra lá quisera eu ir,
Pra poder me refugiar.

Taiane Lima

Um comentário:

Taiane Lima disse...

Gostei do texto (lógico né?), mas na minha opinião faltou criatividade, tiveram textos melhores (:P).