sexta-feira, 16 de maio de 2008

De onde eu venho

Você sabe de onde eu venho?

Eu venho da mata

Eu venho do cerrado que eu tenho

Eu venho das plantações que tenho

Eu venho dos minérios que tenho

Eu venho das queridas e lindas praias

Eu venho da minha simbólica pátria


O meu Deus não permita que eu perca minha pátria

Que eu morra fora de minha pátria

Fora daqueles lindos cantos dos sabiás

Daquele lindo pôr-do-sol

Daquele imenso verde

Daquele lindo mar

Daqueles lindos cafezais


Minha querida Nossa Senhora

Não permita que eu morra, forra do meu extraordinário Brasil.


Wilker Freitas do Nascimento

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