Eu venho da mata
Eu venho do cerrado que eu tenho
Eu venho das plantações que tenho
Eu venho dos minérios que tenho
Eu venho das queridas e lindas praias
Eu venho da minha simbólica pátria
O meu Deus não permita que eu perca minha pátria
Que eu morra fora de minha pátria
Fora daqueles lindos cantos dos sabiás
Daquele lindo pôr-do-sol
Daquele imenso verde
Daquele lindo mar
Daqueles lindos cafezais
Minha querida Nossa Senhora
Não permita que eu morra, forra do meu extraordinário Brasil.
Wilker Freitas do Nascimento
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